Mas aprendi,que é você quem constrói sua própria felicidade, que para ganhar algo que se deseja muito é necessário perder algo também. E quando os riscos são grandes, as perdas também podem ser.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Quanto tempo ainda vai...
esperar pra arriscar sem medo de errar? Quantas coisas quis fazer, mas na hora deu pra trás? Há coisas na vida, que não podemos adiar. Viva agora. Esse é o momento. Viva o hoje como se o amanhã não fosse chegar. Se algo deu errado, volte, faça outra vez. Se tem uma opinião, expresse-a. Se tem um amigo, abrace-o. Se tem um amor, ame. Diga ás pessoas a importância delas em sua vida. Diga para cada o quão te fazem bem e te importam. Diga ‘eu te amo’ quantas vezes puder. Mas não diga se realmente não for isso que sentir. ‘Eu te amo’ não é um ‘bom dia’ que podemos dar á todos, quando e onde quisermos. ‘Eu te amo’ tem valor. Não engane. Quantas chances acha que precisa pra corrigir seu erro? Quanto tempo ainda acha que tem pra dizer o que sente? Pra fazer o que sonha? Pra viver como quiser? Não deixe pra amanhã, o que tem ou quer fazer hoje. Aja. Mas aja agora. Não adie sua felicidade. Ela não vem até sua porta. Por isso, vá, corra atrás dela enquanto há tempo. Converse, brinque, abraçe, beije, faça. Mas faça hoje.
Promessas descumpridas
Prometi que não me apaixonaria por você, que não te ligaria, que não pensaria como teria sido se não tivéssemos voltado para casa antes de ver o sol nascer na última noite que estivemos juntos. Prometi que não ouviria mais a terceira faixa do Wilco, a quarta do Fleet Foxes, a quinta do The xx, cheguei a esconder o Blonde on Blonde embaixo do banco do carro, fingi que não conhecia Visions of Johana e todas as outras músicas de amor que poderiam desprender os pensamentos e sentimentos que estive tentando evitar. Prometi que dormiria cedo, que acordaria tarde, que não escreveria mais nenhuma das minhas verdades, e que você ficaria para sempre nas minhas lembranças do passado, das noites passadas, das nossas conversas que tanto enganaram o silêncio das nossas vidas solitárias.
Não funcionou, veja bem.
Aqui estou eu escrevendo, pensando e insistindo. Não durmo e continuo escutando tudo que tinha escondido dos meus sentidos, das minhas vontades enlouquecidamente apaixonadas, das minhas palavras desencontradas nas estrelas pequenas que pontuam o céu limpo e escuro. Irreparavelmente apaixonado com tudo que fomos, com tudo que nunca poderemos ser, e até com o silêncio que agora existe entre nós dois, dias e meses depois de termos embaralhado os nossos destinos em uma dúzia de sorrisos longínquos e sinceros. Nunca arrependido, mas agora – e eternamente – perdido dentro da minha própria vida, aumentando e abaixando, escrevendo e apagando, negando e, finalmente, se acertando com vento, ao desalento, à mercê do nosso desesperado contratempo. Estou me libertando e, enfim, me entregando. Tardiamente te encontrando aqui: dentro de mim mesmo.
Não funcionou, veja bem.
Aqui estou eu escrevendo, pensando e insistindo. Não durmo e continuo escutando tudo que tinha escondido dos meus sentidos, das minhas vontades enlouquecidamente apaixonadas, das minhas palavras desencontradas nas estrelas pequenas que pontuam o céu limpo e escuro. Irreparavelmente apaixonado com tudo que fomos, com tudo que nunca poderemos ser, e até com o silêncio que agora existe entre nós dois, dias e meses depois de termos embaralhado os nossos destinos em uma dúzia de sorrisos longínquos e sinceros. Nunca arrependido, mas agora – e eternamente – perdido dentro da minha própria vida, aumentando e abaixando, escrevendo e apagando, negando e, finalmente, se acertando com vento, ao desalento, à mercê do nosso desesperado contratempo. Estou me libertando e, enfim, me entregando. Tardiamente te encontrando aqui: dentro de mim mesmo.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Quando algo nós faz falta...
Precisamos preencher esse vazio.
Só que, quando o que faz falta é o amor, não há nada que verdadeiramente seja suficiente.
Só que, quando o que faz falta é o amor, não há nada que verdadeiramente seja suficiente.
# Dica
Resumo: Sem pieguice ou melodrama, “Soul Love – À noite o céu é perfeito!” é uma história de amor nos tempos modernos . Todos os conflitos de uma adolescente comum – brigas com a mãe, com o corpo, com os amigos, com a professora -, se tornam pequenos quando o verdadeiro amor acontece. O problema, é que esse amor perfeito esconde um terrível e dramático segredo. Ao passar algum tempo, como castigo, com uma tia numa tediosa cidadezinha do interior, a protagonista Jenna encontra Gabe, um rapaz autêntico, melancólico e reservado, completamente diferente de todas as outras pessoas que ela conhece . Jenna se apaixona por ele, mas será que Gabe é sua alma gêmea? Ele mostra a Jenna a beleza de um céu noturno sem nuvens, escuro, um contraste perfeito para o brilho das estrelas. E, em meio a livros, música, poesia e noites estreladas, o sentimento entre eles se torna cada vez mais forte. Mas Cleo, uma garota antipática que tem uma ligação muito estranha com Gabe, não está gostando nada desse romance. Afinal, ela não quer que ninguém mais saiba o grande segredo de Gabe.
Ás vezes....
Nossos sonhos caem ao chão como pedacinhos de estrelas, que pouco a pouco se apagam. Nosso coração chora em silêncio, e quando as lágrimas caem, gelam todo o corpo. E o coração de tanto amar, se converte em gelo para não sofrer mais, e para não chorar. Mas se voltar ao céu, vai se dar conta de que há milhões de estrelas, e cada uma é um sonho a cumprir. E a sua força interior derreterá o gelo do teu coração. Só não deixe nunca de acreditar, porque o amor e seus sonhos são a única porta que levam a eternidade.
Só enfrentando...
Nossos maiores medos para realmente nos conhecermos. Através dos desafios conhecemos nossos limites, toda nossa capacidade e força. No fim, nos surpreendemos com uma pessoa que até então não sabíamos que existia: um ser guerreiro e ilimitado, morando dentro de nós.
você sente?
O que é que você sente? Você sente porque sente ou você sente porque quer sentir? Existem sentimentos idealizados, coisas que os poetas e escritores colocaram em nossa cabeça, coisas das quais sentimos falta, e necessidade de sentir, mesmo sem nunca ter tido nada semelhante. Tais sentimentos existem, ou seriam apenas criação de cérebros desocupados? Segunda opção, pra mim. Vivemos numa eterna busca por sentimentos idealizados, como se procurássemos por tesouros inexistentes, como que cavando buracos em cômoros. E nós estamos sempre querendo sentir. Queremos com tanta veemência, que não sabemos se estamos sentindo de verdade ou se estamos forçando a barra, fazendo tudo que é possível para acreditarmos que estamos realizados, felizes e… sentindo as coisas. Às vezes me pego sentindo nada, ou quase nada, mesmo quando tudo que quero é sentir algo. Tanto quero sentir que praticamente acredito na minha própria mentira. Acredito tão piamente que sinto que acabo sentindo, quando na verdade nada sinto.
sábado, 2 de outubro de 2010
ser feliz?
Reclamamos muito da vida, e muitas vezes por tão pouco, o tempo que passamos reclamando da vida, poderiamos estar vivendo coisas boas para sermos felizes.
Muitas pessoas tem muito menos que a gente, e não se queixam da vida como nós.
A vida pode estar ruim, mas você pode fazer algo para mudar, não acha?
Faça algo para ficar melhor, só depende de você, por que quem tem o poder de te fazer feliz é VOCÊ.
Vamos ser feliz?
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